A Gestão de Políticas em Segurança Pública envolve o planejamento, a execução e a avaliação de estratégias voltadas à promoção da ordem, da cidadania e da justiça.
Diferente do que muitos pensam, segurança pública não se resume à repressão ao crime — ela depende de políticas integradas que envolvem educação, inclusão social, saúde e direitos humanos.
A relação entre ciência política e políticas públicas de educação é um dos temas mais relevantes para gestores, professores, pesquisadores e profissionais da área educacional. Compreender como governos, partidos, sindicatos, empresas e organismos internacionais disputam agendas e recursos é essencial para quem deseja atuar de forma estratégica na transformação da educação.
No Brasil, a quantidade de alunos em Instituições de Ensino Superior – IES’s matriculados por meio de contratos junto ao Fundo de Financiamento Estudantil – FIES vem caindo, consistentemente, de 2015 a 2020. Essa é uma das conclusões a que chega o leitor do Mapa do Ensino Superior em sua 11ª edição. No gráfico “Contratos novos - FIES” é possível verificar essa queda:
A primeira aula desse programa trata da Gestão Pública e Visão do Papel do Estado. Esse tema: “Papel do Estado” se constitui em elemento variável que, dependendo dos valores de quem avalia, muda completamente. Isso porque há pessoas que defendem uma visão de Estado mínimo, enquanto outros advogam que o Estado tem que assumir um papel mais intervencionista, regulando áreas importantes como Saúde, Educação, e Segurança, dentre outras.
Dos EUA vêm cenas de violência policial extrema, notadamente contra pessoas pretas. Por lá, os recentes episódios culminaram com a morte de George Floyd em Minneapolis e com Jacob Blake levando sete tiros pelas costas, deflagrados pela polícia de Kelosha, deixando-o – muito provavelmente – aleijado, paralítico abaixo da linha da cintura.