“Quer que eu faça o recibo de quanto, doutor?”. Essa era a pergunta feita por 99% dos motoristas de táxis quando chegávamos ao destino. Por alguns anos atuando como representante de entidades de classe, eventualmente usava esse serviço quando viajava representando essas instituições. E, via de regra, sempre que ia pagar o motorista, essa pergunta me era feita. A minha resposta era invariavelmente a mesma: ‘’faça o recibo no valor da corrida, que é o valor que eu vou lhe pagar’.
A ideia de Governo Eletrônico foi introduzida a partir da disseminação da tecnologia, não só entre os órgãos públicos, mas, principalmente, entre os cidadãos e corporações privadas, tendo em vista que são destinatários dos serviços prestados ou postos à disposição pelo Estado.
Frequentemente tratado pelo termo em inglês ‘e-gov’, que é uma abreviação de duas palavras, eletronic government, essas ações consistem no uso da Tecnologia da Informação e Comunicação – TIC para a entrega de serviços demandados junto a órgãos públicos.
A primeira aula desse programa trata da Gestão Pública e Visão do Papel do Estado. Esse tema: “Papel do Estado” se constitui em elemento variável que, dependendo dos valores de quem avalia, muda completamente. Isso porque há pessoas que defendem uma visão de Estado mínimo, enquanto outros advogam que o Estado tem que assumir um papel mais intervencionista, regulando áreas importantes como Saúde, Educação, e Segurança, dentre outras.